Segunda a Sexta

  • "Aí você vê como tudo é frágil. Uma coisinha pode derrubar tudo"

    Chiquinho, do Mombojó, para a TRIP

    Tema da Semana: FRÁGIL

 

sexta-feira

 

Sem odor…

por: Gazza

Frágil essência
Eu, frasco de perfume

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postArde

Raquel C. de Medeiros

 
Arde, como arde
O machucado da fêmea
Que perde seu amor
 
Os olhos opacos
O viço manchado
A leitura sem nexo
A escrita rasgada
 
O colo da crueldade
É frio, espeta
E pula sem parar
Levantando nossas anáguas
Fininhas e transparentes
 
O sexo por debaixo
É frágil, sim
       

02.09.10 em: Quinta

postPedacinhos

Aline Leal

A menina atravessava a sala com uma taça de vinho na mão, um pouco desajeitada, para entregar ao pai. A mãe, vendo a cena e conhecendo a filha, gritou do outro lado da sala para que ela tomasse cuidado, que a taça era de cristal. O alerta da mãe, em vez de concentrá-la, desconcertou-a, e [...]

01.09.10 em: Segunda

postSete anos

Tiana Maciel Ellwanger

Foram sete anos intensos. Recheados de carinhos grudentos daqueles que só quatro paredes suportam, palavras alternadas entre candura e libertinagem, viagens que mudaram nossa alma, contratempos que nos uniram, nos afastaram e depois nos uniram novamente.
 
Mentiras doces permearam nossa história, até o finzinho dela. Promessas de amor eterno, fidelidade a qualquer custo, companhia em todos [...]

31.08.10 em: Terça

postPorque o amor é tão frágil quanto a beleza

Luciene Braga

Ou não é amor o tempo todo. Vira outros modos. Modos de tesão, de brincadeira ou escravidão, tanto faz. Ou tanto fez.
A gíria da moda do amor de moda é que tantos se vão, em cores forjadas e corpos doados para ideais esvoaçantes. Bons de foto.
OK. Então, um esboço imaginário da lembrança de mil anos, [...]

30.08.10 em: Segunda

postVovô…

Gazza

Caminhava pelo quarteirão todos os dias. Era uma volta só, apoiado nos muros dos antigos prédios do Leblon ou pelas mãos dos porteiros. O mesmo ritmo, todos os dias. Mas nunca a mesma satisfação. Voltava para casa, a uma quadra da praia, com um discurso cada vez mais convincente, num italiano calabrês.
- Não tenho mais [...]

27.08.10 em: Sexta

postAlive map

Raquel C. de Medeiros

 
I’m an alive map
Rolling through myself
And thinking
All seasons laugh inside me
Drawing my confusion
Nigh and day hug me
Together
I’m hanged in abstract
       

26.08.10 em: Quinta